15 – CIÚME E ORGULHO
Para onde corres, encrespado e selvagem, rio querido?
Vais cheio de ira e pressa atrás do irmão caçador atrevido?
Dá a volta, dá a volta e humilha primeiro a tua moleira
pela sua alma inconstante, volúvel, fácil e ligeira.
Tu não a viste ontem ao fim da tarde ao portão encostada?
Como ela esticava o pescoço para ver a grande estrada?
Quando após a caça volta a casa o alegre caçador,
então nem se chega à janela uma menina de pudor.
Vai, ribeirinho, e diz-lhe isso, mas ouve, não lhe digas nada,
nem uma só palavra sobre a minha cara amargurada;
diz-lhe: ele fez uma flauta e toca lindas canções e danças,
cortou-a de um junco desta margem para entreter crianças.
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Boa tarde Tiago,
ResponderEliminarEncongtrei esta tradução e gostava de falar consigo acerca dela, na eventualidade de este blog ainda estar ativo será que me podia contactar?